domenica, novembre 12, 2006

Amor, que não me largas nunca...

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba.


(1 Coríntios 13:4-8a)

Olhando pra tudo isso, só existe uma forma de alcançar tal padrão: amar com o amor de Deus. Porque Deus é amor. Só o amor de Deus é assim. Todo e qualquer outro amor é limitado e chega a ser falso, se não houver a vida de Deus inserida nele. Parece difícil cumprir todos os requisitos acima, mas se não é assim, então não é amor [em sua essência].

Amor! que não me largas nunca!
Minh'alma achou descanso em Ti;
Desejo dar-Te minha vida,
A Ti, de quem a recebi,
E só por Ti viver.

(Estrofe 1 do Hino 199)

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