giovedì, giugno 21, 2018

Esperança...

A esperança que se adia faz adoecer o coração... (Pv 12.13a)

E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança. (Sl 39.7)

martedì, gennaio 02, 2018

Considerações acerca da deficiência física

Meu marido é lesado medular desde os seus 13 anos. Ele não é nem paraplégico nem tetraplégico. Ele é tetraparésico. Isso significa que os movimentos foram afetados, do pescoço para baixo, mas não houve a perda total de movimentos. Ele não anda, não tem força suficiente nas pernas. A força dos braços também é limitada e os movimentos das mãos comprometidos em partes.
Mas pense numa pessoa feliz. Meu marido é a pessoa mais feliz que eu conheço. Com isso talvez você idealize uma pessoa faladeira, extrovertida e com sorriso no rosto 24 horas por dia. Mas não. Ele é uma pessoa que fala pouco, é um excelente ouvinte e sim, ele é sorridente, mas não fica sorrindo o tempo todo. Mas ele é feliz. Ele aproveita as oportunidades que tem. Ele não fica se comparando com os outros e lamentando sua deficiência e limitação. Ele é feliz com o que ele tem e com o que ele consegue fazer.

As pessoas em geral, que não tem convivência próxima com um cadeirante, caem em um de dois extremos:
1. Acham que um cadeirante pode fazer tudo, não há limites pois hoje existem facilidades e leis que permitem isso. Ledo engano. Primeiro porque cada deficiente tem sua particularidade, e o que é dificuldade para um, pode não ser para outro. O que um faz com facilidade, o outro pode ter muita dificuldade. Então não dá pra generalizar.
2. Acham que um cadeirante tem muitas limitações e por isso definem por si mesmos o que ele pode e não pode fazer. Combinam um passeio e deixam ele de fora porque supõem que ele não tem como ir por tais e tais razões. Não perguntam, não conversam, decidem por ele.

Por isso eu digo que meu marido é feliz. Porque ele se satisfaz com o que, para nós que podemos fazer tudo, é corriqueiro e sem graça. Não passa pela cabeça das pessoas que ele fica feliz em participar mesmo que não seja possível fazer todos os passeios. Ele fica feliz em conhecer novos lugares, ver estradas diferentes, pessoas diferentes, respirar ares diferentes, mesmo que ele não possa escalar uma montanha, por exemplo. Ele não fica triste por ter de ficar no hotel enquanto os demais vão fazer um passeio radical onde a cadeira de rodas não tem acesso. Pelo contrário, ele fica feliz por estar lá. Ele aproveita as oportunidades que tem, e é feliz assim.

Meu marido é a pessoa mais feliz que eu conheço.

lunedì, dicembre 11, 2017

2017 já se foi...

Eu diria que este ano foi um ano de lutas e provações. Internações constantes do marido devido a problemas na bexiga. Tudo debaixo da soberania de Deus, para aprendermos. Para aprendermos que a graça nos basta, aprendermos que a nossa leve e momentânea tribulação produz eterno peso de glória, aprendermos a não lutarmos com a força da nossa carne, aprendermos a confiar no Senhor. E aprendermos a viver contente em toda e qualquer situação.
Eu diria que o Senhor permitiu isso tudo muito mais por minha causa, para eu aprender. E como tenho ainda muito a aprender de Cristo. Hoje O amo muito mais do que ontem.

Mais um ano se passou e Cristo ainda não voltou. Meu coração clama MARANATA!
O presidente dos EUA, Trump, reconheceu Jerusalém como capital de Israel e fará a transferência da embaixada americana para lá. A palestina está em polvorosa. E meu coração se alegra, pois mais um passo está sendo dado para o cumprimento das Escrituras e a volta de Jesus!

mercoledì, agosto 31, 2016

Dias...

Hoje a presidente Dilma perdeu definitivamente o cargo. Vi apenas alguns lances da votação no Senado e o que mais me chama a atenção é a falta de respeito desses nossos representantes; aquilo parece um mercado de peixe, e quem tem a vez da fala, ou grita ou não é ouvido. Até uma criancinha aprende que a boa educação manda ficar em silêncio quando alguém está falando.
Acabam de cantar o Hino Nacional para a posse definitiva de Michel Temer. Bom, seja o que Deus quiser. Tudo está debaixo do Seu soberano controle. Vejamos que mudanças virão.

Faz alguns dias que estou aprendendo crochê. Sei fazer tricô desde adolescente, quando aprendi com minha avó e desenvolvi com livros e revistas. Porém já faz muito tempo que não tenho tempo para tricôs. Sem contar que aqui não temos tanto frio. Sendo assim, como sempre tive vontade, resolvi pegar firme no aprendizado do crochê. Estou gostando. Mas não tenho paciência de ficar só nos pequenos treinos. Quero fazer alguma coisa utilizável, rs. O YouTube é uma maravilha. E os canais e blogs gringos mais ainda! Mal sei direito os termos do crochê em português e já estou me metendo em acompanhar tutorias em inglês. Porque os trabalhos gringos são os mais lindos, sinto informar.
Ah, sim, e eu crocheto com a mão esquerda. Ao ver os vídeos e fotos de tutorias, tenho sempre que pensar espelhado. Mas sou perseverante. :)

mercoledì, dicembre 30, 2015

Mais um ano...

2015 está terminando e eu, como sempre, refletindo.
Minha palavra do ano é gratidão. O Senhor me deu muitos presentes: um marido amoroso, um novo lar, uma vida nova sendo vivida, aprendizado diário, suprimento para cada necessidade. Mais uma vez só posso dizer que Deus é bom. E não, não é só pelas coisas que Ele me deu ou me dá. Pois em tantas outras circunstâncias que aos meus olhos pareciam ruins, Deus continuou sendo bom.
Sou grata por poder olhar para trás e dizer: valeu a pena andar com Deus. Sempre vale, porque Ele é amor.
2016? Que literalmente seja o que Deus quiser.
Meu desejo é ter menos apego às coisas dessa terra e mais anseio e esperança pela volta do Senhor Jesus. Maranata!


sabato, novembre 28, 2015

Causos de Família

Num dia desses, marido e eu já estávamos na cama, prontinhos para dormir, quando o abracei e disse:
- Amoooor...
- Hummm? - respondeu ele.
- Tem um pelo saindo do seu nariz! - comentei.
- Nossa! Que romântico! - ele concluiu.

Caímos os dois na gargalhada. Hahaha.

sabato, gennaio 03, 2015

Convidar ou não convidar? Eis a questão!

Fazer a lista de convidados do casamento é uma das etapas mais difíceis da organização. Algumas pessoas vc convida por obrigação. Outras que vc convida e adoraria que viessem, talvez não estejam presentes.
E quando se trata de parente, as coisas se complicam ainda mais. Se vc convida alguém não tão próximo, em consideração ao seu parente próximo, achando que esse parente vai ficar contente, ele pode achar que vc tá convidando só pra ganhar presentes. Mas se vc não convida, o tal parente vai falar que é falta de consideração.
Como as pessoas são complicadas e difíceis de agradar. Vai entender, né?!
Hunpf!